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Os investimentos anuais em construção civil decorrentes da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e do "Minha Casa, Minha Vida" serão de R$ 137 bilhões por ano entre 2011 e 2014, conforme estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O cálculo inclui os valores a serem investidos em habitação, saneamento, infraestrutura e construção de estradas, e deixa de fora aportes em petróleo e energia elétrica. A segunda etapa do programa habitacional responderá por R$ 70 bilhões dos R$ 137 bilhões.

De acordo com o levantamento, os investimentos resultarão na geração de 2,8 milhões de empregos por ano, sendo 1,4 milhão decorrente da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida. O aumento de renda anual esperado é de R$ 124 bilhões, R$ 63 bilhões deles resultantes do programa habitacional. Os dados foram apresentados ontem à noite na abertura da Feicon 2010, em São Paulo.

Segundo o presidente da Abramat, Melvyn Fox, o faturamento da indústria de materiais de construção deverá saltar dos R$ 96 bilhões registrados em 2009 para R$ 188 bilhões em 2016, alta de cerca de 8,5% ao ano. A expansão resultará das obras do primeiro Minha Casa, Minha Vida, da segunda etapa do programa, do PAC 2, da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016.

Na avaliação da consultora da FGV, Ana Castelo, a continuidade do Minha Casa, Minha Vida sinaliza comprometimento do governo que permite que o setor produtivo - construtoras e indústria e comércio de materiais - se organizem para participar do programa. Segundo ela, dificilmente as apostas no programa habitacional e no PAC 2 serão interrompidas em decorrência das eleições. Ana Castelo destaca, porém, que, além dos investimentos de R$ 137 bilhões em construção por ano previstos para o período de 2011 a 2014, outros pontos precisam avançar, como a liberação de licenças e a reforma tributária.

Já o presidente da Abramat defende a manutenção das atuais alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de materiais de construção. Conforme a pesquisa da FGV, se houver ampliação em 24 meses das atuais alíquotas, a partir de 1º de julho, haveria aumento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 1,34%, a inflação seria reduzida em 0,04%. O déficit habitacional cairia 0,41%, o emprego cresceria 1,27% e a arrecadação, 1,3%

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